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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 21 de novembro de 2017

Algumas adegas recolhem/expressão a uva sem formalizar antes os contratos

União Extremadura e {Apag} {Asaja} dizem que não se respeita a lei da cadeia alimentar

RODRIGO CABEZAS
18/08/2017

 

A União Extremadura e {Apag} Extremadura {Asaja} estão denunciando que existem várias adegas da região de Terra de Lamas que começaram a recolher uva sem a {formalización} de contratos, algo que suporia o incumprimento da lei da cadeia alimentar (Lei 12/2013 de 2 de Agosto) que serve para melhorar o funcionamento deste processo.

A União Extremadura recorda que dita lei estabelece «a obrigação de assinar um contrato de compra e venda antes do início da recolhida da uva, no qual se recolha tanto/golo o preço do produto como a fórmula e calendário de pagamento». Segundo esta organização agrária, «há adegas que estão {recepcionando} a uva e dizem esperar a conhecer a tábua de preços em Castela-A Mancha para posteriormente pô-la nas adegas extremenhas». É tradição por parte dos agricultores seguir/continuar os preços que impõem em Castela-A Mancha, embora a vindima na Extremadura já tem começado.

A campanha está em sua fase de recolhida das variedades tintas. Segundo A União Extremadura, «as perspectivas de preços são promissoras», já que à escassa quantidade/quantia de uva na Extremadura e Castela-A Mancha, se somam os baixos rendimentos de regiões do norte de Espanha, bem como os problemas acontecidos em plantações de Itália e França afetadas pelas geladas da primavera. Desde este coletivo instam a que os viticultores não entreguem «nem um só/sozinho quilograma de uva se previamente não se especifica o preço no contrato e {instamos} a ditos agricultores a que informem à União no caso de que a adega ou o posto de recolhida não queiram subscrever ditos contratadores», salientam.

Eliminar a lei / Mais contundente expressou-se a organização {Apag} Extremadura {Asaja}, que através de seu presidente, Juan Metidieri, advoga por derrogar a Lei da Cadeia Alimentar se esta não se cumpre. Metidieri lamenta que a Agência de Informação e Controlo Alimentares ({AICA}) e a Conselheria de Ambiente e Rural, Políticas Agrárias e Território mostrem passividade na hora de vigiar o cumprimento da norma. Alertou para além de que a estas alturas seguem/continuam sem estabelecer-se preços, «o que gera incerteza e falta de defesa para os agricultores».

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