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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 20 de julho de 2018

Alarma diante da morte de várias animais de estimação por envenenamento

Os vizinhos/moradores da zona do polidesportivo têm contabilizado sete mortes de cães. A Câmara Municipal informou que não se utilizam herbicidas em parques e jardins

RODRIGO CABEZAS prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com ALMENDRALEJO
09/01/2018

 

La morte de sete cães animal de estimação na zona das traseiras do polidesportivo municipal por alegado envenenamento gerou alarma social entre os vizinhos/moradores da zona. Um deles, Diego Luis Rodríguez, proprietário dum dos cães envenenados, tem relatado a este jornal que estão intranquilos por esta situação. Conta que seu buldogue inglês chamado ‘{Acho}’ apenas durou 24 horas após ingerir o veneno. Suspeitam que o pisou em ruas limítrofes e que ao {lamarse} pôde ingeri-lo.

Também informou de que outro residente vítima pela situação pagou um estudo veterinário para saber a que se deviam as mortes e dito relatório/informe emitiu parecer envenenamento. «É um mata-ratos muito forte e de um efeito quase imediato», relata Diego Luis. La alarma se tem estendido por redes sociais. Alguns suspeitam que possa ter alguma pessoa detrás de estes envenenamentos tão seguidos/continuados.

A Câmara Municipal informou ontem de que foram muitos os vizinhos/moradores que têm ido a perguntar à Câmara Municipal pelo método utilizado para tratar parques e jardins. A câmara municipal lhes explicou que não utiliza nenhum tipo de herbicida para isso e que a eliminação da erva realiza-se através de tarefas de {desbroce} que faz a empresa {Minusbarros}.

Além disso, assinalou que «os únicos tratamentos {fitosanitarios} que se fizeram por parte da Câmara Municipal são através de {endoterapia}, uma técnica que consiste em injetar o produto à planta», reza o escrito/documento. Dito processo se tem usado para tratar a praga do {picudo} vermelho nas palmeiras consoante as prescrições da Direção Geral de Saúde Vegetal da Junta de Extremadura. «Ditos tratamentos não são nocivos para a saúde nem causantes de intoxicação por sua ingesta, inalação ou contacto», detalha a Câmara Municipal.

Quanto ao processo de desratização, leva-se a cabo mediante iscas biológicas em zonas inacessíveis como esgoto e {arquetas} da cidade, pelo que não estão ao alcance de pessoas nem animais de estimação.

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