Menú

El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 21 de junho de 2018

Acordo/compromisso com a ciência

A grande final da Escola de Jovens Científicos/cientistas de Almendralejo deu 16 novos inventos que os alunos tiveram que exibir H A robótica e a programação informática, os sectores mais escolhidos

RODRIGO CABEZAS
25/05/2018

 

Se é certo que as profissões relacionadas com as ciências vão ter um índice de inserção laboral muito alto no futuro, há {almendralejenses} aos que, certamente, não lhes falte trabalho. A ciência deixou de ser um jogo para muitos e converter-se numa paixão, uma forma de viver e uma atração. Embora o objetivo da Escola de Jovens Científicos/cientistas é, simplesmente, despertar o interesse/juro pelas ciências, o nível vai superando-se ano após ano e, nalguns casos, surpreende a desenvoltura, imaginação e criatividade de alunos que apenas cumpriram os 12 anos.

O pátio do centro cultural São Antonio voltou a ser o cenário da Feria das Ciências escolar de Almendralejo onde se apresentaram 16 projetos finalistas. As invenções dos equipas é o trabalho de tudo um curso focado à ciência. «Costumam ser coisas simples e {demostrativas} nos mais pequenos, mas elementos com muita criatividade e desenvolvimento nos maiores/ancianidade», aponta Concha García, responsável neste ano dos cursos.

Há inventos para todos os gostos. Paula Fernández, uma das vencedoras do ano passado, tem exibidos um controlo de estacionamento utilizando {arduino}. Também temos visto um motor {homopolar}, por Alejandro Martínez; um relógio laje, por Pablo Ramiro; um robô, por Hugo Arias; um cilindro {boomerang}, por Adrián Lopezosa; um robô por {arduino}, de Fernández Pérez de Vega; um {electroiman}, por Alejandro Sánchez, um invento de líquidos que se odeiam, de {Andra} {Esperilla} e dois jogos de programação de Teresa Porras e {Arturo} Morais.

«Me surpreendeu muito um projeto de {cristalización} porque não temos tocado esse tipo de evaporações físicas e alguns já o levaram a cabo», dizia Concha. E está no certo. Alejandro López, um aluno de quarto de primária do Ruta de la Plata (somente dez anos), mostrou um projeto de árvores de papel {cristalizado}. Impressiona mais sua forma de explicar o fenómeno físico que mesmo o projeto. Alejandro nos faz uma demonstração e nos explica que o laje ascende por {capilaridades} através da evaporação e que utiliza amoníaco para acelerar o processo. Tudo uma proeza.

A feira tornou-se num referente para escolares que assistem atónitos às apresentações. Quem sabe se estamos perante futuros científicos/cientistas. Maneiras, certamente, apontam.

As notícias mais...